NorteTaberna Lura
Baião
Em Baião, à beira do Douro, esta taberna recebe-se de portas e braços abertos, com a mão de quem cozinha à vista e o calor de quem serve à mesa.
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Trinta e três casas de sempre, do Norte ao Alentejo. Filtra por região ou procura pelo nome para encontrar a tua próxima mesa.
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NorteBaião
Em Baião, à beira do Douro, esta taberna recebe-se de portas e braços abertos, com a mão de quem cozinha à vista e o calor de quem serve à mesa.
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NorteImagem ilustrativaBaião
No lugar de Campelo, em Baião, prova-se o tempo sem pressa: uma casa onde a memória do interior se senta connosco e fica para a sobremesa.
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NorteArcos de Valdevez
Encostada às serras de Sistelo, em Arcos de Valdevez, é tasquinha de montanha onde se come com fome do caminho e se sai com a alma cheia.
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NorteViana do Castelo
Em pleno coração de Viana do Castelo, é taberna de bairro e de sempre, das que conhecem o nome dos fregueses e guardam lugar à mesa.
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NorteImagem ilustrativaChaves
Nas ruas de Chaves, a Casa Aprígio é abrigo transmontano: pedra, fumo e conversa, onde a hospitalidade do Alto Tâmega se serve sem cerimónia.
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NorteChaves
Numa travessa de Chaves, a adega abre como um segredo bem guardado: copo cheio, mesa rústica e o aconchego do Norte profundo.
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NorteImagem ilustrativaVidago
Em Souto Velho, junto a Vidago, é casa de aldeia onde a lenha estala e o vinho da casa aquece as noites do interior transmontano.
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NorteImagem ilustrativaBoticas
No coração de Boticas, terra do vinho dos mortos, a taberna do ti João partilha o que o Barroso tem de mais genuíno: fartura e amizade.
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NorteImagem ilustrativaParada do Outeiro
Em Parada do Outeiro, lá no alto, a Ti'Ana da Eira é tasca de eira e de festa, onde se brinda à vida com sabores que cheiram a casa.
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NorteImagem ilustrativaPorto
À beira-mar do Passeio Alegre, na Foz do Porto, esta casa de pasto traz a luz do Atlântico para o prato e a tradição portuense para a mesa.
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NorteImagem ilustrativaPorto
Escondido junto ao Bolhão, no Porto, O Buraco é tasca de pé descalço e mesa partilhada, das que resistem ao tempo no centro da cidade.
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NorteImagem ilustrativaEsposende
Sobre a praia de Apúlia, em Esposende, A Cabana respira maresia: o peixe chega do mar ali à frente e a brisa senta-se connosco.
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NorteImagem ilustrativaBraga
Em Ferreiros, às portas de Braga, a Tasca do Paiol guarda o sabor do Minho rural com a generosidade de quem cozinha para a família.
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NorteImagem ilustrativaBaião
Em Almofrela, nos montes de Baião, o nome diz tudo: aqui o fumo da lareira tempera o tempo e a conversa demora-se até tarde.
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NorteAmarante
Nas margens de Amarante, junto ao Tâmega, a Adega Kilowatt junta o petisco e o copo numa energia franca, à boa maneira do Marão.
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CentroOleiros
Entre os xistos de Oleiros, na Beira Baixa, esta adega de irmãos serve a serra ao natural: lume, vinho e o silêncio bom das montanhas.
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CentroImagem ilustrativaMurtosa
Na Murtosa, entre a ria de Aveiro e o mar, a Taberna d'Alcina traz a água e a paciência da terra para uma mesa salgada de afeto.
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CentroCovilhã
Aos pés da Serra da Estrela, na Covilhã, A Laranjinha é taberna de lã e de neve, onde o frio lá fora vira pretexto para mesa cheia.
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CentroFigueira de Castelo Rodrigo
Em Figueira de Castelo Rodrigo, na fronteira da Beira, a Taverna da Matilde guarda o sabor raiano com a hospitalidade de aldeia antiga.
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CentroCoimbra
Num beco do velho centro de Coimbra, o Zé Manel é instituição de fados e de mesa, onde paredes faladoras contam histórias de gerações.
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CentroImagem ilustrativaLousã
Junto à Senhora da Piedade, na Lousã, O Burgo é parada de serra onde a comida da Beira repõe forças e a vista repousa a alma.
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CentroSão Pedro do Sul
Em Covas do Rio, nas serranias de São Pedro do Sul, esta adega típica é refúgio de família: comida da terra e o calor de quem a faz.
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CentroImagem ilustrativaBuarcos
Na Rua dos Pescadores de Buarcos, frente ao mar, a Casa Mota cheira a salga e a frescura: o petisco atlântico servido com a maré.
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CentroImagem ilustrativaAveiro
No Largo do Rossio, em Aveiro, O Augusto é cervejaria de sempre, ponto de encontro entre os canais onde a cidade se senta para conviver.
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AlentejoImagem ilustrativaSantarém
No casario de Santarém, sobre o Ribatejo, a Taberna do Quinzena é casa de campino e de lavoura, onde se come com o apetite da planície.
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AlentejoÉvora
No coração medieval de Évora, esta taberna típica é abrigo de pedra e penumbra, onde o Alentejo se conta entre o vinho e o cante.
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AlentejoImagem ilustrativaBorba
Em Borba, terra de mármore e vinho, a Larga-a-Velha é tasca de esquina e de gargalhada, com o copo cheio à maneira alentejana.
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AlentejoMourão
Em Mourão, junto ao grande Alqueva, a Adega Velha é frescura de cave: vinho da casa, paredes caiadas e a vagareza do Alentejo profundo.
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AlentejoEstremoz
Em Estremoz, terra de feira e de barro, a Gadanha é mercearia e mesa ao mesmo tempo, onde o produto alentejano se prova e se leva.
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AlentejoMoura
Na velha Mouraria de Moura, a Taberna do Liberato é canto de azeite e azeitona, onde o tempo amadurece devagar como na planície.
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AlentejoImagem ilustrativaCastro Verde
Em Castro Verde, no peito do Baixo Alentejo, esta taberna é parada de planície aberta, com a fartura de quem recebe sem reservas.
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AlentejoVila de Frades
Em Vila de Frades, berço da talha, a Taberna do Enteiriço guarda o vinho que nasce no barro e a tradição que se prova de geração em geração.
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AlentejoImagem ilustrativaVila Fernando
Junto ao adro de Vila Fernando, perto de Elvas, esta taberna de largo é convívio raiano, onde a mesa se estende sob o sol da fronteira.
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