AlentejoImagem ilustrativaTaberna do Quinzena
Santarém
No casario de Santarém, sobre o Ribatejo, a Taberna do Quinzena é casa de campino e de lavoura, onde se come com o apetite da planície.
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Na planície sem fim, o tempo anda devagar e a mesa não tem pressa. No Alentejo a tasca é sombra fresca e copo cheio, pão, azeite e cante — a arte de receber feita modo de viver.
9 Tascas
AlentejoImagem ilustrativaSantarém
No casario de Santarém, sobre o Ribatejo, a Taberna do Quinzena é casa de campino e de lavoura, onde se come com o apetite da planície.
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AlentejoÉvora
No coração medieval de Évora, esta taberna típica é abrigo de pedra e penumbra, onde o Alentejo se conta entre o vinho e o cante.
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AlentejoImagem ilustrativaBorba
Em Borba, terra de mármore e vinho, a Larga-a-Velha é tasca de esquina e de gargalhada, com o copo cheio à maneira alentejana.
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AlentejoMourão
Em Mourão, junto ao grande Alqueva, a Adega Velha é frescura de cave: vinho da casa, paredes caiadas e a vagareza do Alentejo profundo.
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AlentejoEstremoz
Em Estremoz, terra de feira e de barro, a Gadanha é mercearia e mesa ao mesmo tempo, onde o produto alentejano se prova e se leva.
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AlentejoMoura
Na velha Mouraria de Moura, a Taberna do Liberato é canto de azeite e azeitona, onde o tempo amadurece devagar como na planície.
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AlentejoImagem ilustrativaCastro Verde
Em Castro Verde, no peito do Baixo Alentejo, esta taberna é parada de planície aberta, com a fartura de quem recebe sem reservas.
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AlentejoVila de Frades
Em Vila de Frades, berço da talha, a Taberna do Enteiriço guarda o vinho que nasce no barro e a tradição que se prova de geração em geração.
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AlentejoImagem ilustrativaVila Fernando
Junto ao adro de Vila Fernando, perto de Elvas, esta taberna de largo é convívio raiano, onde a mesa se estende sob o sol da fronteira.
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